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Ministério da Saúde - MS
Secretaria de Atenção à Saúde - SAS
Departamento de Atenção Básica - DAB

 

Seminário na OPAS reúne pesquisadores da Saúde para pensar a Atenção Básica brasileira

Data de publicação: 10/11/2016


Hoje e amanhã, professores e pesquisadores discutem o aprimoramento da Política Nacional de Atenção Básica


<p>A Pol&iacute;tica Nacional da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (PNAB) est&aacute; mais uma vez em discuss&atilde;o. No <em><strong>Semin&aacute;rio: desafios e perspectivas para a Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica brasileira para a pr&oacute;xima d&eacute;cada</strong></em>, professores, pesquisadores e t&eacute;cnicos da sa&uacute;de de v&aacute;rios estados brasileiros debatem o que precisa ser aperfei&ccedil;oado na gest&atilde;o do atendimento prim&aacute;rio.</p> <p>O evento &eacute; uma iniciativa da Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana da Sa&uacute;de (OPAS) e acontece hoje e amanh&atilde;, em Bras&iacute;lia, fazendo parte de um conjunto de a&ccedil;&otilde;es que visam propor a revis&atilde;o da PNAB.</p> <p>No &uacute;ltimo m&ecirc;s, o VII F&oacute;rum Nacional de Gest&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica promoveu outro importante espa&ccedil;o de escuta e discuss&atilde;o de temas referentes &agrave; qualifica&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica com a participa&ccedil;&atilde;o das Coordena&ccedil;&otilde;es Estaduais, representantes do Conselho Nacional de Secret&aacute;rios de Sa&uacute;de (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Sa&uacute;de (CONASEMS) e trabalhadores da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica.</p> <p>Nesse contexto, segue o projeto de escuta das diversas categorias profissionais presentes na AB, tamb&eacute;m pela via de conselhos de classe, sindicatos e entre outros que, pautados em suas viv&ecirc;ncias cotidianas, propuseram pontos importantes a serem considerados.</p> <p>&ldquo;Agora, ouvir pesquisadores da &aacute;rea &eacute; fundamental em um momento de an&aacute;lise da PNAB. Reunindo refer&ecirc;ncias no assunto, poderemos ter uma ampla vis&atilde;o do que as pesquisas revelam sobre a Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica em v&aacute;rios lugares do pa&iacute;s. Al&eacute;m disso, encontro &eacute; uma oportunidade para debater quest&otilde;es t&eacute;cnicas e regionais&rdquo;, explica Allan Nuno, diretor do Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (DAB).</p> <p><strong>Metodologia</strong><br /> O semin&aacute;rio foi dividido em quatro temas, os que est&atilde;o em discuss&atilde;o na revis&atilde;o da pol&iacute;tica: Gest&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, Acesso e qualidade na AB, Coordena&ccedil;&atilde;o do cuidado e Gest&atilde;o do trabalho e forma&ccedil;&atilde;o. T&eacute;cnicos e gestores far&atilde;o perguntas aos pesquisadores convidados sobre cada eixo tem&aacute;tico. O objetivo &eacute; que, ao final dos dois dias de debate, seja produzido um documento com as contribui&ccedil;&otilde;es dos especialistas extensamente discutidas no evento.</p> <p><strong>Conhe&ccedil;a um pouco sobre os pesquisadores do Semin&aacute;rio</strong></p> <p><strong>Luiz Carlos de O. Cec&iacute;lio</strong><br /> Professor da UNIFESP. Graduado em medicina pela Universidade de Bras&iacute;lia (1974), especialista em Sa&uacute;de P&uacute;blica pela Universidade de S&atilde;o Paulo (1977), doutor em Sa&uacute;de Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (1993). Sua linha de pesquisa &eacute; em Gest&atilde;o do cuidado e trabalho em sa&uacute;de.</p> <p><strong>Maria F&aacute;tima de Sousa</strong><br /> Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal da Para&iacute;ba, com p&oacute;s doutorado pelo Centre de Recherche sur la Communication et la Sant&eacute; (ComSant&eacute;), da Universit&eacute; du Qu&eacute;bec &agrave; Montr&eacute;al (UQAM). Doutora em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de pela Universidade de Bras&iacute;lia, mestre em Ci&ecirc;ncias Sociais pela UFPB, especialista em Sa&uacute;de Coletiva e graduada em Enfermagem pela UFPB.</p> <p><strong>Marco Akerman</strong><br /> Professor Titular do Departamento de Pr&aacute;tica de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica da USP. Sou m&eacute;dico (1981) e especialista em Sa&uacute;de P&uacute;blica e Medicina Social (1983) pela Universidade Federal de Minas Gerais; especialista em Gest&atilde;o Hospitalar para o Setor P&uacute;blico pela Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (1986); Mestrado em Planejamento e Financiamento do Setor de Sa&uacute;de (1989) e PhD em Epidemiologia e Sa&uacute;de P&uacute;blica (1993). Gest&atilde;o da sa&uacute;de &eacute; umas das linhas de pesquisa do docente.</p> <p><strong>Luiz Augusto Facchini</strong><br /> Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Maria (1979), mestre em Medicina Social, na Universidad Autonoma Metropolitana Xochimilco, M&eacute;xico (1986) e doutorado em Medicina: Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1994). P&oacute;s-doutorado em Sa&uacute;de Internacional na Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos (1997). Professor associado do Departamento de Medicina Social e dos Programas de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Epidemiologia e em Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas. Linhas de pesquisa: Planejamento e Pol&iacute;ticas de Sa&uacute;de e Sa&uacute;de do Trabalhador.</p> <p><strong>J&uacute;lio C. Schweickardt</strong><br /> Graduado em Teologia pela Escola Superior de Teologia (1990) e Ci&ecirc;ncias Sociais pela Universidade Federal do Amazonas (1997), mestre em Sociedade e Cultura na Amaz&ocirc;nia pela Universidade Federal do Amazonas (2000) e doutor em Hist&oacute;ria das Ci&ecirc;ncias pela Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (2009). Pesquisador da Instituto Le&ocirc;nidas e Maria Deane - Fiocruz Amazonas, como chefe do Laborat&oacute;rio de Hist&oacute;ria, Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas e Sa&uacute;de na Amaz&ocirc;nia. Pesquisa Hist&oacute;ria da sa&uacute;de e das ci&ecirc;ncias, Antropologia da sa&uacute;de, Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas de Sa&uacute;de, Gest&atilde;o do Trabalho em Sa&uacute;de. Coordenador Nacional da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira Rede Unida (2016-2018).</p> <p><strong>Erno Harzheim</strong><br /> Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998), doutor em Medicina Preventiva e Sa&uacute;de P&uacute;blica pela Universidade de Alicante, Espanha (2004), e p&oacute;s-doutor em Epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006). &Eacute; professor adjunto do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da UFRGS e professor permanente do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Epidemiologia da mesma institui&ccedil;&atilde;o. Tem experi&ecirc;ncia na &aacute;rea de Medicina com &ecirc;nfase em Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade. Atua principalmente nos seguintes temas: Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, Epidemiologia, Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria, Avalia&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de, Telemedicina e Telessa&uacute;de. &Eacute; coordenador do Telessa&uacute;deRS-UFRGS.</p> <p><strong>Maria helena Magalh&atilde;es Mendon&ccedil;a</strong><br /> Graduada em Sociologia e Pol&iacute;tica pela Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro (1974), mestre em Administra&ccedil;&atilde;o e Planejamento em Sa&uacute;de pela Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (1992) e doutora em Sa&uacute;de Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2000). Pesquisadora na Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz. Atualmente &eacute; pesquisadora titular, com experi&ecirc;ncia na &aacute;rea de Sa&uacute;de Coletiva e &ecirc;nfase em Sa&uacute;de P&uacute;blica, estudando os seguintes temas: pol&iacute;tica p&uacute;blica de sa&uacute;de, avalia&ccedil;&atilde;o de programa de sa&uacute;de, sa&uacute;de da fam&iacute;lia, aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de sa&uacute;de e integralidade da aten&ccedil;&atilde;o.</p> <p><strong>Marcia Aparecida do Amaral</strong><br /> Doutora e Mestre em Sa&uacute;de Coletiva na &aacute;rea de Planejamento e Gest&atilde;o pela Universidade Estadual de Campinas.</p> <p><strong>S&aacute;bado Nicolau Girardi</strong><br /> Graduado em medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1981). Possui especializa&ccedil;&atilde;o em Desenvolvimento de Recursos Humanos pela Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (1984), Resid&ecirc;ncia em Medicina Preventiva e Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (1984) e Resid&ecirc;ncia em Sa&uacute;de Internacional pelo Programa de Forma&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Internacional da Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana da Sa&uacute;de (1991). Tem experi&ecirc;ncia na &aacute;rea de Sa&uacute;de Coletiva, com &ecirc;nfase no campo do Desenvolvimento de Recursos Humano e regula&ccedil;&atilde;o profissional e mercado de trabalho. Coordenador da esta&ccedil;&atilde;o de Pesquisa de Sinais de Mercado/ Observat&oacute;rio de Recursos Humanos em Sa&uacute;de do N&uacute;cleo de Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Coletiva- NESCON/ UFMG.</p> <p><strong>Alcindo Ant&ocirc;nio Ferla</strong><br /> Graduado em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996) e doutor em Educa&ccedil;&atilde;o pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2002). Professor Adjunto da Escola de Enfermagem na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pesquisador no N&uacute;cleo de Educa&ccedil;&atilde;o, Avalia&ccedil;&atilde;o e Produ&ccedil;&atilde;o Pedag&oacute;gica em Sa&uacute;de (EducaSa&uacute;de) do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o da UFRGS e em outras universidades brasileiras. Tem experi&ecirc;ncia nas &aacute;reas de Sa&uacute;de Coletiva e Educa&ccedil;&atilde;o, atuando principalmente nos seguintes temas: integralidade em sa&uacute;de, informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de, aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o permanente em sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de, trabalho em sa&uacute;de, modelagens tecnoassistenciais em sa&uacute;de e sa&uacute;de suplementar.</p> <p><strong>Leonor Maria Pacheco Santos</strong><br /> P&oacute;s-doutora em Epidemiologia Materno Infantil, London School of Hygiene and Tropical Medicine (1992); p&oacute;s-graduada em Ci&ecirc;ncia dos Alimentos e Nutri&ccedil;&atilde;o, Gent Universiteit, Belgium (1982); doutora (PhD) em Patologia, University of Tennessee Center for the Health Sciences, USA (1976) e bacharel em Qu&iacute;mica, Universidade de S&atilde;o Paulo (1970). Atuou como Consultora Nacional na OPAS Bras&iacute;lia e Consultora Internacional na FAO e UNICEF, na &aacute;rea de nutri&ccedil;&atilde;o, micronutrientes e seguran&ccedil;a alimentar. Tem experi&ecirc;ncia em pesquisa nas &aacute;reas de Avalia&ccedil;&atilde;o de Pol&iacute;ticas de Sa&uacute;de e Pol&iacute;ticas Sociais, Gest&atilde;o de C&amp;T em Sa&uacute;de, Seguran&ccedil;a Alimentar, Nutri&ccedil;&atilde;o Social, Epidemiologia, Anemia e Hipovitaminose A. Professora adjunta no Departamento de Sa&uacute;de Coletiva da Universidade de Bras&iacute;lia, onde atua em ensino, pesquisa, extens&atilde;o e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o no Mestrado e Doutorado em Sa&uacute;de Coletiva.</p> <p><strong>Daiana Bonfim</strong><br /> Graduada em enfermagem pela FAMERP (2006), especializada em sa&uacute;de coletiva pelo HC/FMUSP (2008), mestre em ci&ecirc;ncias pela Universidade de S&atilde;o Paulo (2010) e doutora em ci&ecirc;ncias pela Universidade de S&atilde;o Paulo (2014). Pesquisadora em programas governamentais do Instituto Israelita de Responsabilidade Social Albert Einstein (IIRS) e no Observat&oacute;rio de Recursos Humanos em Sa&uacute;de da Escola de Enfermagem da USP. Tem experi&ecirc;ncia na &aacute;rea de enfermagem, com &ecirc;nfase em recursos humanos em sa&uacute;de, dimensionamento de profissionais, Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de e Estrat&eacute;gia de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia.</p> <p><strong>Luciano B. Gomes </strong><br /> Possui gradua&ccedil;&atilde;o em Medicina pela Universidade Federal da Para&iacute;ba (2003) e Resid&ecirc;ncia em Medicina Preventiva e Social (2005) na mesma institui&ccedil;&atilde;o. Concluiu Mestrado (2010) e Doutorado (2016) no Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Cl&iacute;nica M&eacute;dica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). &Eacute; Professor Adjunto do Departamento de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de, do Centro de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas da Universidade Federal da Para&iacute;ba - UFPB. Pesquisador vinculado &agrave; Linha de Pesquisa Micropol&iacute;tica do trabalho e o Cuidado em Sa&uacute;de da UFRJ e &agrave; Rede Governo Colaborativo em Sa&uacute;de da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Colaborador do Centro de Estudos e Pesquisas em Sa&uacute;de Internacional e Intercultural (CSI) da Universit&agrave; di Bologna-It&aacute;lia. Coordenador Operacional da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Rede Unida junto &agrave; Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional eleita para o mandato de 2016 a 2018. Tem experi&ecirc;ncia na &aacute;rea de Sa&uacute;de Coletiva, com &ecirc;nfase em Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de, Pol&iacute;tica Planejamento e Gest&atilde;o, Epidemiologia, Avalia&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de e Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de. (Texto informado pelo autor)</p>